Por isso é com um certo gozo que se mandam aquelas belas bojardas de contra-cultura.
Cá vai uma, que en contrei num texto de John E. Burns, PhD, Novembro 2002
"Na minha última depressão severa, usei coca novamente, e apenas uma pequena dose elevou-me às alturas de uma forma maravilhosa. Agora mesmo, estou envolvido em pesquisar a literatura para escrever uma canção de louvor a esta substância mágica." - Sigmund Freud
A cocaína, para ele, era um remédio quase perfeito contra seus acessos neurastênicos.
Sabemos, através da "Interpretação dos sonhos", que Freud usava a droga em 1895 , um uso de onze anos entre as idades de 28 e 39 anos. No entanto não há nenhuma indicação de que ele era dependente ou mesmo que a usava compulsivamente. Como faz notar um autor:
O desejo de erguer-se acima e além foi canalizado, por Freud, para a ciência.
Reconhecimento profissional imediato era o tipo de libertação que ele buscava.
Ele não esperava o Nirvana diretamente através do seu próprio uso de cocaína e é por isso que não corria o risco da dependência.
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