3.04.2008

Frases soltas no firmamento!

A qualquer hora, em qualquer lugar, com quase qualquer pessoa somos chagados pela reprovação imediata e anúncio trágico-apocaliptíco de uma praga, da pesta branca, da maldita, sim, da maldita!

Por isso é com um certo gozo que se mandam aquelas belas bojardas de contra-cultura.
Cá vai uma, que en contrei num texto de
John E. Burns, PhD, Novembro 2002

"Na minha última depressão severa, usei coca novamente, e apenas uma pequena dose elevou-me às alturas de uma forma maravilhosa. Agora mesmo, estou envolvido em pesquisar a literatura para escrever uma canção de louvor a esta substância mágica." - Sigmund Freud

A cocaína, para ele, era um remédio quase perfeito contra seus acessos neurastênicos.
Sabemos, através da "Interpretação dos sonhos", que Freud usava a droga em 1895 , um uso de onze anos entre as idades de 28 e 39 anos. No entanto não há nenhuma indicação de que ele era dependente ou mesmo que a usava compulsivamente. Como faz notar um autor:

O desejo de erguer-se acima e além foi canalizado, por Freud, para a ciência.
Reconhecimento profissional imediato era o tipo de libertação que ele buscava.
Ele não esperava o Nirvana diretamente através do seu próprio uso de cocaína e é por isso que não corria o risco da dependência.